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sábado, 13 de novembro de 2010

I JOGOS ESCOLARES MUNICIPAIS DA SEMEC

Abertura dos jogos
Equipe de Professores
Equipes de Queimada
Equipes de Volei
Equipe de Volei da Escola Leandro Pinheiro
Equipe de Volei da Escola Ernestina Rodrigues
Alunas de queimada da Escola Antonia de Carvalho Brasil
Alunos da Escola Ernestina Rodrigues
Alunas de queimada da Escola Manuela Freitas
Alunas de queimada da Escola Padre Leandro Pinheiro
Alunas de queimada da Escola Parque Amazônia
Alunos de Futsal da Escola Avertano Rocha
Alunos de Futsal da Escola Josino Viana
Alunos de Futsal da Escola Liceu Mestre Raimundo
Alunos de Futsal da Escola Madalena Raad
Alunos de Futsal da Escola Maria Luiza Amaral
Alunos da Escola Ciro Pimenta
Alunas da Escola Liceu Mestre Raimundo
Torcida organizada dos jogos
Fotos :Rosa Costa

CURSO DE JOGOS E BRINCADEIRAS POPULARES


O LIBERAL, Belém 12 de Novembro de 2010

* Ana Paula Pereira

A Educação Física é uma das áreas do conhecimento humano ligada ao estudo e atividades de aperfeiçoamento, manutenção ou reabilitação da saúde do corpo e mente do ser humano, além de ser fundamental no desenvolvimento do ser como um todo. Com base nisso é que a Professora Rosa Costa, conhecida como Rosinha, desenvolve ações com temáticas de Jogos e Brincadeiras.

Formada pela Escola Superior de Educação Física do Pará, Rosinha é Professora de Educação Física e Delegada no Pará da Federação Internacional de Educação Física – FIEP, a qual faz parte do Projeto Professores sem Fronteiras. Leciona aulas há 21 anos e é especialista em Danças Folclóricas pela Faculdade Castelo Branco/RJ, Educação Física Escolar na Universidade de Brasília/Brasília e em School Recreation pela Omnicon/Toronto.

A professora realiza um trabalho direcionado para estudantes com o objetivo de levar conhecimentos teórico-práticos na área de atividades recreativas com direcionamento para Jogos e Brincadeiras Populares que estimulam a criatividade sustentável utilizando materiais alternativos, ou seja, recicláveis.

Ela desenvolve sua didática de forma divertida, dinâmica, prática, econômica e criativa. Articula brincadeiras com caixas de fósforo, por exemplo, para mostrar aos educadores várias maneiras de ensinar disciplinas como Português, Matemática, Ciências e Arte, tudo isso com um pequeno objeto. A caixa de fósforo. Por aí tem-se uma noção da sua desenvoltura na área.

Com a dinâmica exercida nas atividades, a educação torna-se prazerosa e dessa forma Rosa Costa desempenha um trabalho que desenvolve equilíbrio, coordenação motora fina e grossa, lateralidade, arremesso, sistema respiratório, percepção, interdisciplinaridade, expressão corporal e os cinco órgãos do sentido.

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Dinâmicas de Grupo para Alunos

A Professora Rosa Costa de Belém faz dinâmicas de grupo para os alunos da escola Dom Bosco de Imperatriz-MA,nas vésperas do ENEM.
Dicas para dinâmicas de grupo:
  • Controle sua ansiedade, manter a tranqüilidade ajuda em quase todas as situações;
  • Evite falar em excesso ou impedir que os outros também participem;
  • Vista-se discretamente, a apresentação pessoal é muito importante. São indicadas roupas confortáveis, uma vez que a tarefa pode exigir que o participante sente-se no chão. As mulheres devem evitar os decotes e as saias justas e curtas, e os homens, o jeans. Estes devem dar preferência às camisas de manga longa. Lembre-se que para cada lugar devemos vestir um tipo de roupa;
  • Seja claro e objetivo ao expor suas idéias. Caso peçam para listar suas qualidades e defeitos, faça-o de maneira equilibrada. Evite elogiar-se demais ou mentir;
  • Aja com naturalidade na dinâmica de grupo , os comentários preconceituosos e as ironias não caem bem;
  • Dormir bem nos dias que antecedem a dinâmica é essencial para que não se apresente aparência de cansaço ou abatimento;
  • Chegar ao local marcado 15 minutos antes do horário marcado;
  • Não se preocupar com os "vexames";
  • Ser o mais natural possível.

Mostra expõe trabalhos desenvolvidos por professores da Rede Municipal


Fadas, Palhaças, Bonecas, Ciganas, Princesas... Foi assim que professoras e coordenadoras receberam os visitantes da 8ª Mostra da Educação Infantil que teve como tema Culturas Infantis, Linguagens e Práticas Sociais realizado neste sábado (06) na Fundação Cultural Tancredo Neves – Centur pela Secretaria Municipal de Educação de Belém (SEMEC) tendo como objetivo partilhar com a sociedade experiências praticadas nas Escolas e Unidades da Rede Municipal de Ensino.
Odozina Braga(Diretora DIED) Terezinha Gueiros (Secretária Municipal de Educação)
Durante o evento, duas mil pessoas visitaram o local que estava ocupado com cerca de duzentos estandes que expuseram pinturas, colagens, vídeos, dramatizações de poesias, experimentações científicas, incentivo à leitura com jogos entre outras abordagens, além disso, o público pôde assistir vinte e duas apresentações feitas pelos alunos divididas em musicais, danças, teatros e poesias. “A importância do projeto se dá quando a comunidade visita a Mostra e conhece os trabalhos expostos aqui que são desenvolvidos nas escolas no decorrer do ano, proporcionando a troca de experiência entre ambos, por que a educação não depende só da instituição escola, mas da instituição família e até mesmo da própria sociedade”. Explica a Coordenadora Professora Célia Pena da Educação Infantil. Além da Educação Infantil, foi divulgado também a IV Mostra Cultural do Ensino Fundamental que trabalhou a temática Belém, Cidadania e Diversidade sob coordenação da Professora Bianca Venturieri que ressalta a valorização dos professores. “As escolas sempre fazem atividades, mas são isoladas. Essa Mostra é o nosso maior evento e é importante por isso, por que divulga as realizações dos nossos professores que são feitas no decorrer do ano com nosso alunado. É bom que estimula nossos educadores a desempenharem uma melhor didática em sala de aula”.

Uma iniciativa que foi puro encanto, os pais de um modo geral se envolveram, brincaram, dançaram e elogiaram o evento. Cláudia Ferreira, 33 anos, adverte para a questão do envolvimento dos professores com as ações desenvolvidas em classe. “Como vivemos em um mundo que temos que expressar nossa cultura, fala e língua, um evento como esse proporciona isso. Percebemos que os professores estão envolvidos e têm uma boa relação com as famílias. Vi também professores de outras escolas visitando o local para conhecer os projetos, isso é legal, por que pode servir de exemplo para outras instituições ou Redes de Ensino”. Esclarece.

Texto: Ana Paula Pereira
Fotos: Rosa Costa

domingo, 7 de novembro de 2010

OFICINA DE JOGOS E BRINCADEIRAS IMPERATRIZ/MA 2010

A brincadeira e os jogos infantis trazem para as crianças conteúdos implicitos para o seu desenvolvimento global; dinamizam o processo de aprendizagem lúdica sendo assim esse recurso orienta os professores a como se trabalhar com as dificuldades encontradas pelos educadores em utilizar a brincadeira como ferramenta pedagógica e se a brincadeira pode propiciar as condições para um desenvolvimento saudável da criança.

"Soubéssemos nós adultos preservar o brilho e o frescor da brincadeira infantil, teríamos uma humanidade plena de amor e fraternidade. Resta-nos, então, aprender com as crianças." (Monique Deheinzelin)

Equipe 01
Equipe 02
Equipe 03
Equipe 04
A recreação através das atividades musicais, plásticas e dramáticas estimula o gosto pelas artes, criatividade, raciocínio e destreza, proporcionando às crianças e adolescentes momentos de recreação, lazer, integração, socialização, entretenimento e bem-estar.

sábado, 6 de novembro de 2010

III Lendo e Relendo é sucesso no Dia Nacional da Cultura

A Secretaria Municipal de Educação de Belém (SEMEC) através do Sistema Municipal de Bibliotecas Escolares (SISMUBE) realizou nesta sexta-feira (05), no Dia Nacional da Cultura, o III Lendo e Relendo as Bibliotecas que tem como objetivo proporcionar o encontro de novas idéias que darão a possibilidade para o aluno se renovar, informar ou simplesmente desfrutar sua experiência frente a uma nova informação.Durante a programação foram apresentadas ações voltadas para a leitura, apresentação de poesias e jogral de textos paraenses, divulgação dos melhores leitores e dos livros mais lidos na biblioteca, karaokê com cantigas de rodas, ditados populares, conversa e prosa, além de outras atividades em uma Rede que possui 63 Escolas, 35 Unidades de Educação Infantil e 93 Unidades Pedagógicas.A Diretora da Escola Maria Luiza Pinto do Amaral, no bairro da Sacramenta explica que o evento teve tanto sucesso que poderia ser concretizado duas vezes ao ano. “Conseguimos uma frequência boa dos nossos alunos. É uma iniciativa que deveria acontecer duas vezes ao ano, pelo menos, por que é um projeto que envolve os estudantes e eles gostam, participam e se interessam consequentemente pelos livros e a leitura de uma forma que aprimora seu conhecimento pleno”. Pontua Márcia Holanda.
Vale ressaltar que a SEMEC por meio do SISMUBE está de acordo com as exigências legais, pois o presidente Luis Inácio Lula da Silva sancionou no dia 24 de maio deste ano a Lei Nº 12.224, que determina a instalação de bibliotecas em todas as instituições de ensino do Brasil, entre públicas e privadas com o prazo de dez anos, ou seja, até 2020. O Sistema de Bibliotecas por sua vez, irá concluir a exigência até 2012, afinal, começou o trabalho em 2005, antes mesmo da implantação da Lei.Essa iniciativa visa envolver á leitura tanto os alunos quanto a comunidade do entorno. Ana Rayana Lima, estudante da 4ª série, começou a ler aos 6 anos e não parou mais. Com apenas 12 anos, leu no ano passado 28 livros, neste, leu cerca de 20 até o momento e pratica a leitura pensando no seu futuro. “Eu gosto muito de ler. A leitura traz mais conhecimento e é importante até para eu ter um bom emprego quando estiver mais velha. Acho tudo isso aqui muito legal por que mostra várias maneiras de se aprender”. Observa.
Aproximar as famílias da escola através da interação é um dos focos do SISMUBE. Por esse motivo oferece o Empréstimo Domiciliar, aonde os pais vão até as escolas e emprestam livros ou lêem na própria instituição. As escolas funcionam normalmente de segunda à sexta-feira e nesse período são feitas as solicitações. Uma forma de a comunidade perceber a importância da sua participação na educação dessas crianças.Odivan Amador, 12 anos que está na 4ª série, acha legal a realização por ocupar o seu tempo de um modo divertido. “To achando ótimo tudo o que as professoras estão fazendo. Tem apresentação, contação de história, exposição do Monteiro Lobato e muitas outras coisas. Esse trabalho de incentivar à leitura é bom por que a gente não fica na rua”. Conclui.

Texto: Ana Paula Pereira/COMUS

Fotos: Rosa Costa/SEMEC

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

CONGRESO EN SANTA CRUZ - BOLIVIA

SISMUBE realiza III Lendo e Relendo no Dia da Cultura

Amanhã a partir das 8 horas, todas as escolas da Rede Municipal vão parar sua rotina em sala de aula e realizarão ações de incentivo à leitura que tem como meta atingir alunos das escolas, UEI's e UP's além da comunidade do entorno. Vale a pena conferir na Unidade de Ensino/Educação mais próxima a programação que contará com Oficinas de Leitura, Sessões de Vídeos, Varal Poético, Apresentações teatrais baseadas na Literatura Infanto-Juvenil, Concurso de Poesias, Baús das Histórias, Trovas, Teatro de Fantoches, Bate-papo com escritores paraenses e muito mais.

Texto: Ana Paula Pereira/COMUS

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Mostra leva à sociedade trabalhos desenvolvidos na Rede Municipal de Ensino de Belém

A Secretaria Municipal de Educação está realizando a 8ª Mostra de Educação Infantil que tem como tema: "Culturas Infantis, Linguagens e Práticas Sociais", sob Coordenação da Professora Célia Pena. Junto também será apresentado a 4ª Mostra Cultural do Ensino Fundamental, que traz como tema esse ano "Belém, Cidadania e Diversidade" tendo à frente a Coordenadora Professora Bianca Venturieri.

A Mostra visa expor para a sociedade o resultado dos trabalhos desenvolvidos nas Escolas e Unidades no decorrer do ano letivo. Segundo a Coordenadora de Educação Infantil, “o objetivo é partilhar com a sociedade local e entre os profissionais da educação, experiências pedagógico-curriculares desenvolvidas nas escolas, unidades pedagógicas e unidades de educação infantil da Rede Municipal de Ensino”.


A Coordenadora afirma ainda, que é “uma forma de mostrar que a escola também é um agente transformador, e deixar claro para a sociedade o trabalho desenvolvido com crianças de 0 a 5 anos de idade, fazendo com que cada cidadão entenda a importância da educação infantil para esta etapa da vida, pois a educação junto com a família formam o caráter do ser humano.” Conclui a Professora Célia Pena.
O evento acontece no dia seis (06) de novembro em Nível Regional e traz como diferencial o local, pois durante os sete anos anteriores a realização se deu no espaço do Bosque Rodrigues Alves, porém esta edição ocorrerá na Fundação Cultural do Pará – CENTUR – na Praça do Povo, a partir das 9 horas.
Durante toda a programação, acontecerão apresentações culturais em várias linguagens, entre elas, música, teatro, dança e outros, para que crianças e adolescentes tenham um novo aprendizado de forma divertida e estimulando a cultura em cada participante, afinal, o aprendizado se dá nas mais variadas maneiras de ensinar com dinamismo, interação e criatividade. Além disso, no local terão vários estandes divulgando o trabalho desempenhado em cada escola da Rede Municipal e será disponibilizado também, Espaços Interativos que farão atividades com jogos, brincadeiras, contação de histórias, música e dança, tendo ao final, a entrega de Certificados pela participação no Espaço.


A Coordenadora do Ensino Fundamental explica que um dos pontos fundamentais da Mostra é saber os acertos dos educadores e o que precisam melhorar. “O evento é uma forma de socialização dos trabalhos que vêm sendo produzidos nas escolas para divulgar o resultado à comunidade. É um tipo de prestação de contas na área educacional. Serve também, para que nossos professores façam uma auto-avaliação, onde acertaram e onde podem melhorar a didática em classe, e assim, incluam em seu Plano de Aula esse diferencial, que vem dinamizar e qualificar as aulas”. Finaliza a Professora Bianca Venturieri.
Texto: Ana Paula Pereira/COMUS

AGENDA DO PRESIDENTE ALMIR GRUHN


FEDERAÇÃO INTERNACIONAL DE EDUCAÇÃO FÍSICA – FIEP

Presidente ALMIR GRUHN - Cel. 45-9975-1208

AGENDA DO PRESIDENTE

NOVEMBRO 2010

4 de outubro - Brasília – Visita na Universidade Católica Dom Bosco (palestra)

5, 6 e 7 de novembro - Brasília - Reunião Plenária do CONFEF

9 a 12 de Novembro - Visitas em Faculdades de Ed. Física do PR.

Cidades: Umuarama, Cianorte e Campo Mourão

13 de novembro –Foz – Reunião – Destaque Esportivo do Ano

14 e 15 de novembro – Foz - Reunião com Comissão organizadora do Congresso

18 a 21 de novembro – participação no Congresso Ed. Física – Santa Cruz de la Sierra - Bolivia

? – Reunião do CREF9

Secretaria de Comunicação da FIEP

domingo, 31 de outubro de 2010

Seminário de Niilismo com Benedito Nunes

Benedito José Viana da Costa Nunes, esse é o nome completo do Crítico Literário e Escritor Paraense Benedito Nunes, nascido em Belém no dia 21 de novembro de 1929. Estudioso dos pensadores alemães, sobretudo de Kant, Heidegger e Nietzsche, Benedito enquanto Filósofo foi um dos fundadores da Faculdade de Filosofia do Pará que depois foi incorporada à Universidade Federal do Pará - UFPA.Durante os seus anos de vida, ensinou literatura e filosofia em outras universidades do Brasil, da França e dos Estados Unidos. Escreveu artigos e ensaios para jornais e publicações locais, nacionais e internacionais, se tornando conhecido no mundo.
Benedito é aposentado como professor titular de Filosofia pela UFPA, tendo recebido o prêmio Jabuti em 1987, na categoria Estudos Literários e o título de Professor Emérito em 1998. No mesmo ano, foi um dos ganhadores do Prêmio Multicultural Estadão.Hoje aos 81 anos de vida, não deixa de se envolver com a sua paixão, a Filosofia. A qual promoveu dois finais de semana de oficina (16 e 17/10 e 30/10) na Arquidiocese de Ananindeua voltado para o povo cristão e estudantes de filosofia, cujo o tema foi Niilismo. Onde os participantes ficaram maravilhados com seu vasto conhecimento e domínio do assunto.

Texto: Ana Paula Pereira/COMUS
Fotos: Rosa Costa/SEMEC

UEI de Itaiteua realiza Projeto Pedagógico

Encanto, alegria e fantasia. Foram esses sentimentos que marcaram à tarde de ontem (28) da Unidade de Educação Infantil (UEI) de Itaiteua em Outeiro, que realizou pela terceira vez o Projeto Pedagógico “O Mundo encantado do faz-de-conta colorido com a linguagem das artes” com o tema ‘É hora de imaginar!’ A Coordenadora da UEI explica que o evento visa mostrar a importância do relacionamento da família com a escola e vice-versa. “Esse relacionamento, essa interação mostra que para a criança aprender não é preciso só escrever, pois elas aprendem através da brincadeira, dramatização, pintura e da arte como um todo”. Conclui a Professora Nildes Conceição.
A UEI tem 125 crianças e todas participaram da festa junto com os noventa pais que se fizeram presentes e adoraram o evento, pois o mesmo estimula a imaginação de todas a criançada, é o que diz Elaine Ferreira, 23 anos, mãe do Felipe Ferreira, 3 anos. “Estou achando tudo lindo, as programações da UEI sempre são bonitas.
As professoras fazem um bom trabalho aqui, tanto que a fala do meu filho melhorou bastante, até a oração antes das refeições ele aprendeu aqui. Essa atividade tem muita importância também por que oferece um bom relacionamento da escola para com os pais, e assim, podemos acompanhar melhor toda a educação e tudo aquilo que nossos filhos aprendem na unidade”. Finaliza.
Para animar a garotada, as professoras vestiram-se de bonecas, apresentaram musicais, fizeram dramatizações e contaram histórias, além de duas belas apresentações feitas por crianças de 3 a 5 anos, com o apoio das educadoras falando sobre imaginação.
O tema do projeto esse ano. Os pais ficaram encantados, afinal, esse era o objetivo. “Fazer um trabalho que aproxime os pais cada vez mais da escola, para que eles possam acompanhar melhor o dia-a-dia do seu filho ou filha, o que é muito importante. Outro ponto também é mostrar que só a educação escolar não funciona é preciso a educação familiar também, por que as duas caminham juntas.
Esse é o motivo da escola e família se relacionarem bem”. Observa.“Isso é bom por que encontramos aqui uma interação melhor, por que geralmente a gente só deixa o filho aqui na unidade e vai trabalhar, com esse momento que a própria escola nos oferece é bem melhor até para conhecer e se aproximar das professoras. Minha filha, por exemplo, tem melhorado em casa. Ela é uma criança desinibida, até participou da apresentação aqui, uma criança que se relaciona bem com as pessoas, educada, que gosta de estudar. Com isso a gente percebe que a unidade realmente faz um ótimo trabalho”. Pontua Ezequias Viana, 46 anos, pai da Emilly Viana de 4 anos.
A unidade que passou recentemente por uma reforma possui salas amplas e um refeitório bem espaço com bastante ventilação, uma área toda gramada com muita segurança para que as crianças possam brincar à vontade, além de professoras qualificadas e que se empenham em fazer seu melhor para que cada pequenino desse aprenda e coloque em prática no seu dia-a-dia tudo aquilo que é mostrado aqui, em sala de aula.

Texto: Ana Paula Pereira/COMUS
Fotos: Rosa Costa/SEMEC

UEI Pratinha realiza Circuito de Projetos

A Unidade de Educação Infantil (UEI) da Pratinha, sob a coordenação da Professora Mônica Brito, realizou nesta quinta-feira (28) o Circuito de Projetos que cumpre a cada dois meses a avaliação das atividades que são concretizadas na Unidade. Uma culminância da UEI para com a comunidade do entorno, incluindo principalmente os pais. “Fazer com que a comunidade se aproxime mais, conheça, perceba o trabalho que é feito com os filhos deles. Expor os trabalhos que são desenvolvidos com as crianças, voltados para as diversas linguagens, entre eles, a questão cultural, principalmente a simbologia do ser criança”.
Conclui a Coordenadora.A programação trouxe um pouco da vivência da sala de aula, por exemplo, o maternal I desenvolveu a linguagem impulsionadora, uma linguagem musical simulando uma banda chamada Fanfarra, o maternal II apresentou as cantigas de roda, além de o evento contar com Espaço Interativo com um karaokê para que as crianças ficassem mais a vontade e se sentissem mais desinibidas cantando músicas de sua preferência, houve também entrega de brindes e brincadeiras com adereços onde os pequeninos podiam se enfeitar da maneira que quisessem.A Coordenadora Mônica Brito continua ainda, explicando que as crianças também aprendem através das brincadeiras.
“Temos que buscar a forma mais prática e fácil de fazer com que a crianças aprendam. Esse circuito faz com que elas participem e demonstrem seus sentimentos de alegria, tristeza e etc. e ainda consegue o envolvimento da família e dessa forma os pais entendam a importância de participarem do dia-a-dia dos seus filhos. É muito simples, para que nosso trabalho tenha êxito, é primordial a participação dos pais na vida dos seus filhos, afinal, educação e família andam juntas”. Finaliza.Na programação o Jardim I fez uma apresentação sobre os Pássaros Juninos e desenvolveram o Projeto Infância Pai d’Égua que busca a valorização da Cultura Paraense por meio dos costumes, danças, comidas típicas, frutas e animais regionais. Dentro desse Projeto que também abrange o Jardim II foi apresentado a Dança do Índio que tinha como proposta lembrar as nossas raízes, vestimentas... Nossos costumes de um modo geral. Foi trabalhado também os pigmentos que fazem a coloração da pele dos índios devido despertar o interesse da garotada na linguagem plástico-visual, afinal, “tudo tem um sentido ou significado na Educação Infantil”. Ressalta a Coordenadora da Unidade.
Para essa professora existem várias formas para as crianças se comunicarem. “Com esse modo conseguimos trazer não diria as cem, como diz Lóris Malaguzzi, um autor italiano de livros voltados para educação infantil, ‘As crianças têm 100 maneiras de se expressar’. Então, a gente tenta explorar por meio das diversas linguagens, mil e uma possibilidades que venham favorecer o desenvolvimento pleno das crianças com o Circuito do Projeto. É uma forma deles transporem por meio da interação e brincadeiras, o imaginário que têm dentro deles”. Conclui a professora do Maternal II Renata Sales.Jonas Figueiredo, 38 anos é pai da Patrícia Figueiredo, 3 anos. Para ele esse momento é satisfatório. “Tudo isso aqui é bom demais. Percebemos o cuidado que as professoras têm com cada aluno, observo a mudança para melhor, no comportamento da minha filha em casa. Ela é uma criança dinâmica, que se interessa pela leitura e faz com que a gente leia com ela e para ela algumas vezes. Eu acho que a Unidade está de parabéns e eu estou muito feliz em ver que a minha filha realmente está aprendendo. Esse contato numa ação como essa é bom para nos aproximar da escola”. Completa.

Texto: Ana Paula Pereira/COMUS
Fotos: Rosa Costa/SEMEC

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

SISMUBE entrega 58 Baús da História

Foi no auditório do Complexo dos Mercedários em Belém que o Sistema Municipal de Bibliotecas Escolares (SISMUBE) entregou 58 Baús das Histórias para as Unidades Pedagógicas, com o objetivo de promover o incentivo à leitura. Segundo a Coordenadora Sílvia Fernandes, o departamento trabalha o desenvolvimento da leitura nas crianças. “Sabendo que somos referência no Estado, procuramos dar o nosso melhor, pois pretendemos servir de exemplo e ajudar outros municípios que objetivam investir na educação do seu alunado com a implantação desse projeto ou similar”. Durante a programação cerca de oitenta profissionais da educação prestigiaram a Unidade de Educação Infantil (UEI) São José que fez uma dramatização cultural com crianças de 3 a 5 anos sobre o poema “Um Poema para Sandra e Pedro” do escritor Gabriel Pensador que contou com a atuação de doze crianças, o Relato de Experiência de professores da UEI Cordeiro de Farias, além da Contação de Histórias feita pela equipe do SISMUBE.

“Essa iniciativa é algo muito bom, devido estimular a leitura na criançada já deveria ter a muitos anos em todas as escolas, não era nem para ter lei obrigando a fazer a implantação de bibliotecas. Mas isso é bom por que percebemos que a SEMEC, o SISMUBE realmente reconhecem a importância e sabem da seriedade desse trabalho, o qual torcemos para que nunca acabe”. Opina a professora Cláudia Gualberto.

O Projeto Baú das Histórias é um dos carros-chefes da Secretaria Municipal de Educação (SEMEC), o qual já distribuiu para as trinta e cinco Unidades de Educação Infantil um Baú com acervo inicial de trezentos livros de literatura Infantil e Juvenil, além de contar com atividades como Conversas Literárias, Colchas de Histórias, Memórias de Leitura e Contação de Histórias, agora as sessenta e sete Unidades Pedagógicas também estão sendo beneficiadas.

A Secretaria sabe do valor e a importância da educação, por isso se preocupa com o incentivo à leitura dos seus alunos. Já saiu na frente quando o Presidente Luis Inácio Lula da Silva sancionou no dia 24 de maio deste ano a Lei de nº 12.224, que determina a instalação de bibliotecas em todas as instituições de ensino do país, sendo públicas ou privadas, com o prazo máximo de dez anos, ou seja, até 2020. Porém, o SISMUBE já realiza essa implantação desde 2005, agora pretende atender todas as doze Unidades restantes até o ano que vem.

A Coordenadora esclarece sobre a seriedade com que a leitura é tratada. “Como Ler é um direito de todos, a leitura é em primeiro lugar, uma prática social. Então, deve estar inserida em um conjunto de ações sociais e o educador nesse contexto assume um papel muito importante, despertar no aluno o gosto pela leitura, estimulando e instigando de forma que ele seja não só consumidor, mas produtor de cultura. Leitura é algo sério, por que da feita que lemos adquirimos conhecimento”. Conclui.

Com base nos interesses explicitados acima, o SISMUBE tem direcionado suas ações para formação de leitores no fomento ao livro e a leitura dinamizando a Rede das Escolas Municipais, transformando o espaço Sala de Leitura em espaço diferenciado, com ações e estruturas inerentes à Biblioteca Escolar, oferecendo acesso aos alunos da escola e do seu entorno, por meio dos Projetos de Arte Educação.


Texto: Ana Paula Pereira/COMUS
Fotos: Rosa Costa/SEMEC