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sábado, 17 de maio de 2014

Ação da Semec defende direitos de crianças e adolescentes.

O projeto Direito de Ser Criança e Adolescente reuniu cerca de 600 crianças e 300 professores e servidores da Educação Infantil municipal na praça Batista Campos, na manhã deste sábado, 17. O projeto tem como objetivo combater a violência sexual contra crianças e adolescentes com ações que discutem, orientam e sensibilizam a sociedade para essa questão. O evento faz parte ainda das ações pelo Dia Nacional de Combate ao Abuso e a Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, comemorado neste domingo, 18 de maio.
 Ação da Semec defende direitos de crianças e adolescentes na Praça Batista Campos.
 Ação da Semec defende direitos de crianças e adolescentes na Praça Batista Campos.
 Ação da Semec defende direitos de crianças e adolescentes na Praça Batista Campos.
 Ação da Semec defende direitos de crianças e adolescentes na Praça Batista Campos.
 Ação da Semec defende direitos de crianças e adolescentes na Praça Batista Campos.
 Ação da Semec defende direitos de crianças e adolescentes na Praça Batista Campos.
 Ação da Semec defende direitos de crianças e adolescentes na Praça Batista Campos.
 Ação da Semec defende direitos de crianças e adolescentes na Praça Batista Campos.
 Ação da Semec defende direitos de crianças e adolescentes na Praça Batista Campos.
Coordenada pela Secretaria Municipal de Educação, a ação acontece há nove anos, sendo que nos últimos quatro anos, ela é realizada em praças de Belém com a finalidade de aproximar a população. "Esse ano a gente teve a adesão de todas as nossas 36 unidades de Educação Infantil, além das nossas seis Unidade sde Educação Infantil, porque esse sábado foi inserido no calendário de aulas, justamente para garantir a presença de todos nessa corrente pelo combate e prevenção da violência sexual” , disse Célia Pena, coordenadora de Educação Infantil.
A participação das famílias dos alunos foi importante para a conscientização e alerta do problema já que, segundo Célia, o grande desafio é o silêncio.” O medo da família e dos próprios professores em denunciar qualquer indício de violência é muito grande”, destacou a coordenadora.
Com a proposta de congregar as crianças, pais, professores e sociedade, a praça Batista Campos virou um palco  com apresentações culturais de dança, teatro e música. As UEIs Wilson Bahia, Primeiro de Dezembro, Pratinha, Santo Agostinho, Cremação  e Erê montaram barracas para ações lúdicas, como a leitura  de histórias, construção de livros, pinturas de rostos e reciclagem de brinquedos. “ As crianças ficaram encantadas com a possibilidade de construir os brinquedos com as próprias mãos. Os olhos delas brilhavam fazendo uma coisa tão diferente do que elas estão acostumadas a ver nos brinquedos industrializados”, disse a professora da UEI Pratinha, Rosângela Correa.
Neste ano o destaque visual das apresentações foram as sombrinhas com desenhos das próprias crianças. O evento foi encerrado com um cortejo em volta da praça, acompanhado do Arraial do Pavulagem.
Texto: syanneneno
Foto: Neldson Neves e Rosinha Costa
Secretaria Municipal de Educação (SEMEC)

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