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sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Daniele Hypolito conquista dois bronzes: um na trave, outro no solo.

Experiente ginasta salva a participação da seleção feminina no Pan de Guadalajara, que até então não tinha conseguido subir ao pódio

Por Gabriele LombaDireto de Guadalajara, México

Ginástica Daniele Hypolito Pan-Americano Guadalajara (Foto: Jefferson Bernardes/Vipcomm)Daniele: únicas medalhas da ginástica feminina
em Guadalajara (Foto: Jefferson Bernardes/Vipcomm)

Sentada no chão, com os olhos fixos no placar, Daniele Hypolito aguardava sua nota com apreensão. Tinha sofrido uma queda em sua apresentação na trave, mas esperava que a falha não a comprometesse tanto. Com a nota de partida mais alta entre as finalistas, a ginasta brasileira tinha o bronze nas mãos. Àquela altura, apenas a mexicana Yessenia Estrada poderia tirá-la do pódio. Não chegou nem perto: 13.750 contra 12.500. O abraço apertado no irmão Diego deu início à festa da família Hypolito no ginásio. E ela continuaria com o segundo bronze de Dani, agora no solo.

Daniele sobe ao pódio em Pans desde a edição de 2003, em Santo Domingo, mas nunca chegou ao ouro. Em Guadalajara, foi a única a conquistar medalhas.

Os dois bronzes desta sexta-feira salvam a participação da seleção feminina. Os resultados fracos fizeram explodir, no México, uma crise interna que se arrasta há dois meses. De um lado, Daniele e Jade Barbosa. Do outro, Daiane dos Santos e Adriam Gomes.

Ginástica Daniele Hypolito Pan-Americano Guadalajara (Foto: Jefferson Bernardes/Vipcomm)Queda na trave e medalha de bronze
(Foto: Jefferson Bernardes/Vipcomm)

- Sobre criticas, não comento mais nada - disse.

Daniele começou a sexta-feira vendo a guatemalteca Ana Sofia Gomes (14.175) ficar com o ouro na trave, e a canadense Kristina Vaculik (13.925) levar a prata. Mas estava satisfeita, apesar da falha que lhe roubou uma posição melhor. Partiu para a disputa do solo aliviada. E, por muito pouco, não ficou com a prata. A mexicana Ana Estefania Lago (13.800) levou o ouro, a canadense Mikaela Gerber a prata (13.775) e a brasileira o bronze (13.750).

- Tenho que ressaltar esse resultado porque foi bom para mim, para a ginástica e para a família Hypolito. Duas do Diego, duas minhas, fico contente de mais uma vez a família levar o nome da ginástica - disse Daniele.

Quarteto masculino copia as moças, voa na pista e leva o ouro no 4x100m.

Equipe brasileira deixa os rivais comendo poeira no revezamento em Guadalajara e iguala o recorde pan-americano, que durava desde 1999

Por Lydia Gismondi
Direto de Guadalajara, México

Se as meninas tinham brilhado meia hora antes, os rapazes não quiseram ficar para trás em Guadalajara. A equipe brasileira do revezamento 4x100m não tomou conhecimento dos rivais nesta sexta-feira, botou todo mundo para comer poeira e ganhou com folga mais uma medalha de ouro para o atletismo verde-amarelo. Quando Bruno Lins recebeu o bastão para a última parte da prova, a diferença para o segundo colocado já era gritante e o tetracampeonato pan-americano estava assegurado. Ainda assim, ele apertou o passo e igualou o recorde pan-americano, com o tempo de 38s28. A prata ficou com São Cristóvão e Neves (38s81), e o bronze é dos Estados Unidos (39s17).

Pan atletismo revezamento 4x100m Bruno Lins (Foto: AP)Bruno Lins vibra após fechar o revezamento 4x100m nesta sexta-feira em Guadalajara (Foto: AP)

Bruno só não conseguiu escapar da marcação cerrada do controle antidoping. Após a suspensão por dois anos, ele voltou agora e, pelo segundo dia seguido em Guadalajara, viu o fiscal o chamando logo após a prova.

- Antidoping de novo? É o segundo, fiz um ontem. E aquela sala está uma bagunça. Mas foi bom, está valendo tudo. Nós fomos bem, fomos ouro e igualamos o recorde. O bronze nos 200m ficou amargo, apesar de ser uma medalha importante. Mas, hoje, nós quatro mostramos que estamos bem. Estou muito feliz – festejou o brasileiro.

Ailson Feitosa abriu a prova para o Brasil e passou o bastão para Sandro Viana. O Brasil começou a disparar e, quando Nilson André começou a correr, o ouro já parecia garantido. Nilson passou o bastão para Bruno, que já tinha uma enorme vantagem para os rivais. O recorde pan-americano tinha sido quebrado em Winnipeg, no Canadá, em 1999, e agora o quarteto brasileiro iguala a marca 12 anos depois.

- A gente está muito bem preparado, muito bem treinado. Foi muito emocionante correr desse jeio: forte e igualando o recorde. Agora, é treinar para continuar dando certo. Quando é ouro a gente nem tem muito o que falar – disse Nilson André.

Quando Bruno cruzou a linha de chegada e se jogou no chão, logo os companheiros vieram para festejar com ele. De forma meio desajeitada, é verdade, com um caindo por cima do outro, mas àquela altura valia a festa. O ouro completou a dobradinha do masculino com o feminino no revezamento.

Brasil supera próprios erros, vence a Argentina e vai buscar o ouro na final.

De virada, seleção derrota hermanos e espera por Cuba ou México na decisão

Por João Gabriel Rodrigues
Direto de Guadalajara, México

A ida para a final veio com muitos erros e alguns sustos. Um início ruim e um apagão no segundo set deram a impressão de que o dia seria da Argentina. A situação, então, mudou. Com os nervos controlados, a seleção brasileira soube superar as próprias falhas para virar o jogo, derrotar os hermanos em 3 sets a 1, parciais 26/28, 27/25, 25/22 e 25/15, e garantir o lugar na final dos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara.

- Fomos bem abaixo das outras partidas. Eles têm um time muito técnico, que chega a irritar às vezes. Fomos mal no primeiro set, começamos bem o segundo, mas sofremos um apagão que não pode acontecer. Acho que foi um pouco de acomodação. Entraram jogadores que a gente não conhecia, que mudaram um pouco o jogo, mas conseguimos nos organizar e voltar ao jogo - disse o levantador Bruninho, após a partida.

A seleção ainda espera o seu rival na partida deste sábado, às 20h. Na outra semifinal, ainda nesta sexta, Cuba encara México e sua torcida alucinada em busca da outra vaga na decisão.

vôlei brasil x argentina pan-americano  gustavo (Foto: Luiz Pires/VIPCOMM)Chupita, Gustavo e Wallace comemoram ponto na vitória brasileira (Foto: Luiz Pires/VIPCOMM)

Foi a Argentina quem começou melhor. Com boas jogadas pelas pontas, os hermanos conseguiam explorar bem o bloqueio brasileiro. A equipe verde-amarela tentava se manter na cola no placar, mas sem passar à frente em nenhum momento. Chupita ainda conseguiu salvar um set point, empatando o jogo em 24/24. Wallace de Souza, no entanto, mandou na rede a sequência da parcial: 28/26, em 28 minutos.

O Brasil voltou melhor para o segundo set. Com o 10/9 no placar, construiu sua melhor vantagem quando Wallace foi para o saque. Os argentinos tiveram problemas de recepção, e a seleção chegou a ter 16/9. Foi a vez dos hermanos reagirem.

À base dos ataques de Pereyra, que terminou o jogo com 20 pontos, os argentinos encostaram e empataram em 24/24. O Brasil se complicou após saque de Thiago Alves para fora. Se o bloqueio brasileiro havia funcionado poucas vezes até então, Gustavo subiu mais alto que o mesmo Pereyra para mandar a bola ao chão e encerrar a parcial em 27 a 25.

vôlei brasil x argentina pan-americano  bruninho (Foto: Luiz Pires/VIPCOMM)
Bruninho disputa bola pelo alto com Giustiniano
(Foto: Luiz Pires/VIPCOMM)

A partida continuou equilibrada no terceiro set. O Brasil não conseguia se distanciar no placar e, do outro lado, Pereyra, Giustiniano e Quiroga davam trabalho. Mas dois erros argentinos em sequência levaram a seleção a ter 15/11 no placar, maior diferença do set.

O bloqueio brasileiro seguia sem funcionar, e os argentinos voltaram a encostar. Foi então que Gustavo, mais uma vez, chamou a responsabilidade e conseguiu parar o ataque de Pereyra na rede. Na comemoração, deu dois tapas no braço esquerdo e pediu vibração ao time. Quando os hermanos voltaram a ficar a apenas um ponto, foi o veterano que, em um ataque pelo meio, voltou a desafogar. Um saque na rede de Giustiniano deu a vitória na parcial para o Brasil: 25/22.

No quarto set, Thiago Alves, com um belo ataque da linha dos três metros, marcou o primeiro ponto do Brasil e mostrou que o time estava disposto a fechar a partida o quanto antes. Logo de cara, a equipe abriu 4/1, com dois bonitos lances de Wallace, um no bloqueio e outro no ataque. Mais tarde, em uma sequência de quatro saques de Renato, que entrou no lugar do apagado Chupita, chegou a fazer 13/6. A partir daí, com os argentinos sem força para reagir, restou aos brasileiros administrar a vantagem: 25/15 e vaga garantida na decisão deste sábado.

Maior vencedora do Brasil em Pans, carateca bate mexicana e leva o tetra.

Lucélia de Carvalho é casada com Douglas Brose, que ganhou um bronze nesta sexta. Casal repete o resultado do Pan do Rio de Janeiro em 2007

Por Gabriele Lomba
Direto de Guadalajara, México

Lucélia de Carvalho pulou no colo do marido e o beijou, sob vaias. Do outro lado, de faixa vermelha, estava a mexicana Yadira Lira, bicampeã mundial. A luta terminou em 0 a 0, mas a brasileira, mais ofensiva, venceu na decisão dos árbitros. E botou no peito o ouro nos Jogos Pan-Americanos pela quarta vez consecutiva. De Winnipeg-1999 a Guadalajara-2011, a menina que trocou o balé pelo caratê se casou, ficou loura e se tornou a atleta do país com o maior número de vitórias na competição. O caratê ainda não é esporte olímpico.

Lucélia Ribeiro caratê pan-americano  vôlei (Foto: AFP)Lucélia de Carvalho (à direita) faturou o tetracampeonato pan-americano (Foto: AFP)

- Era um título que eu queria muito, por mim e pelo meu esporte. Busquei com muito afinco. Desde o Pan do Rio estou perseguindo essa medalha – disse.

Um pouco antes da final, Lucélia tentava, de rabo de olho, ver o marido, Douglas Brose, disputar as semifinais. Ele perdeu, ficou com o bronze. Repetiu o resultado do Pan do Rio, em 2007.

Já com a medalha, Douglas fez o mascote de pelúcia, ganho um pouco antes, na premiação dos 60kg sofrer. Ao lado do tatame, ele não conseguia controlar o nervosismo. Viu, pela segunda vez, sua esposa se consagrar a melhor da categoria até 68kg.

- Quando ele está lutando eu também fico para morrer. A gente vem para cá como equipe. Está sempre levando medalha para casa. No ano passado ele foi campeão mundial, e eu não subi no pódio, mas foi como se tivesse subido também. Quando um ganha, o outro ganha também.

Aos 33 anos, Lucélia não sabe se terá condições de brigar pelo penta em Toronto-2015. Meso que não consiga, vai ficar na torcida para que alguma atleta, de qualquer esporte, consiga superar sua marca.

- Sei que é difícil, mas espero que batam. Vai ser bom para o país. Não tenho egoísmo. Vivo um ano de cada vez. Procuro me cuidar muito, da parte física e da alimentação. Ano que vem tem mundial. Este ano ainda tem a final. Se chegar em 2015 com condições de representar o Brasil e conseguiu uma medalha, vou tentar.


Submissão de resumos congresso de stress ISMA-BR 2012‏.

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O evento que faz a diferença no seu desempenho

19 a 21 de junho de 2012

Centro de Eventos Plaza São Rafael, Porto Alegre, RS

Antecipe-se à correria de fim de ano!

Submissão de Trabalho Oral, Simpósio e Pôster
Prazo até 23 de março

Congresso multidisciplinar que objetiva examinar a teoria e a prática sobre as
constantes pressões e mudanças profissionais e suas consequências para a saúde,
o bem-estar e a segurança dos trabalhadores.

Quem deve participar
Pesquisadores, acadêmicos, representantes de empresas públicas e privadas
e profissionais liberais interessados em pesquisas e práticas relacionadas
ao trabalho, ao stress e à saúde.

Temática
A temática deve estar associada à Qualidade de Vida, à Saúde,
ao Gerenciamento do Stress e à Responsabilidade Social:

Assédio moral
Burnout
Diversidade de papéis
Doenças ocupacionais
Efeitos psicológicos do stres
Gerenciamento do stress
Integração trabalho e família
Jornada de trabalho
Qualidade de vida

Responsabilidade social
Stress e sistema de imunidade
Stress pós-traumático
Stress profissional
Tendências atuais do trabalho
Trabalho e doenças cardiovasculares
Trabalho e saúde
Trabalho em turno
Violência no trabalho

Normas para submissão: www.ismabrasil.com.br/congressos/congresso-2012/trabalho


International Stress Management Association (ISMA-BR)
Fone: (51) 3222.2441 / fone/fax: (51) 3222.8598
E-mail:
stress@ismabrasil.com.br
Site:
www.ismabrasil.com.br

Para remoção do nosso mailing, informe o endereço de e-mail onde recebeu a mensagem: stress@isma-br.com.br

La práctica de lo Deporte y la educación física.


Maestra Rosinha en el momento de la conferencia
Existe la preocupación actual con la participación de niños en los deportes, entonces es necesario educar a los padres con respecto a este asunto. Bueno, si usted tiene niños de hasta12 años, y que está tomando en serio el deporte que mejor tener cuidado. De acuerdo con los investigadores en relación con el aprendizaje motor, el deporte, la competencia o el nivel de entrenamiento, no se ajusta a los niños de hasta 12 años, por lo tanto el riesgo de lesiones es mayor esta vez porque el cuerpo estos niños estar en desarrollo.
Nahas 2001, señala que la Educación Física se ha observado que el mayor problema es el de establecer las prioridades educativas de cada edad o el grado, de acuerdo con las características y necesidades de cada nivel escolar.

Se sabe que algunas especialidades médicas, los cirujanos ortopédicos en concreto, señalan que los cinco años hasta que el niño no tiene control de neuropsicomotor para los deportes.

Varios autores, incluyendo Gallahue (2005) informó que la idea durante este período (hasta 12 años) es estimular el movimiento de forma recreativa. En la afirmativa de que el autor, es comprensible que los padres y especialmente los profesores de Educación Física debe proporcionar a los niños con el mayor número de movimientos posibles, lo que aumenta el repertorio motor y contribuir a un futuro que el niño pueda practicar adecuadamente cualquier deporte.

Pactos que el niño desarrolla las prácticas de socialización del deporte, en relación con el grupo correctamente.

Los expertos señalan que las lesiones deportivas medicina que previamente alcanzado sólo los adolescentes y los adultos de hoy son ya más frecuentes en niños menores de 12 años, en concreto nueve-once años, y esto es porque hay demasiado en la práctica, así como los gastos generales en los ejercicios.

Como profesor de educación física entender que la natación es uno de los deportes más adecuados para el niño para iniciar sus actividades, porque no hay un impacto, por lo que no causará daños. Por ejemplo, aproximadamente seis meses los bebés pueden comenzar, por supuesto, no va a nadar, pero se les anima a realizar diversos movimientos. Dispone que la duración de una clase para los bebés deben ser en promedio 30 minutos.

No es sólo la natación, hay muchos deportes que se pueden practicar en la niñez, pero no debe ser competitivo, pero con la celebración de festivales, fomentar la participación y no la competencia, con los padres al borde de la pista o el campo gritando a su hijo y con ganas de ganar a cualquier costo. En este caso, la competencia puede desanimar a los niños en el deporte, también tenga en cuenta que los festivales de evitar el exceso de ejercicio reduce el riesgo de lesión.

En cada deporte es la edad correcta, es importante diferenciar la hora de elegir la actividad de ejercicio. La actividad puede ser entendida como un movimiento que tiene en el gasto energético, de la siguiente manera: realizar movimientos y estimular los músculos de las manos, brazos, piernas, sobre todo la realización de movimientos naturales, tales como caminar y correr, y, sobre todo lo que ha apoyo de especialistas en educación física, mientras que el ejercicio físico, son secuencias de movimientos con el fin de lograr un mejor rendimiento, ya sea en los modos individual o colectiva.

Todo aquel que comete cualquier tipo apropiado de deporte o actividad física desde el principio, sin duda va a caminar la pista a una vida adulta sana, sin necesidad de iniciar, es decir, la hora de buscar un médico.

Referencias

Gallahue, David L. La comprensión del desarrollo motor - bebés, niños, adolescentes y adultos. 3 ª ed. Sao Paulo.Phorte Autor. 2005.
Nahas, M. La actividad física, la salud y la calidad de vida.Londres: Midiograf de 2001.