
Abraços Prof. ALMIR ADOLFO GRUHN-Presidente Mundial
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Cerca de 14 mil crianças de 56 escolas municipais fizeram hoje(21) o segundo teste Alfamat, um programa da Secretaria Municipal de Educação, que trabalha a formação continuada dos professores e alunos do primeiro e segundo anos do ensino fundamental.O objetivo é avaliar e principalmente preparar as crianças para a Prova Brasil, que vai acontecer em novembro. A prova Brasil é uma avaliação do MEC, que testa o Índice de Desenvolvimento Escolar da Educação Básica (IDEB).
No teste Alfamat, realizado hoje, as crianças encontraram 44 questões objetivas, de Português e Matemática, parecidas com as quais elas vão ter na prova do MEC, em novembro.
O otimismo das professoras em relação ao desempenho os alunos é grande." Tivemos um aluno que fechou a prova em menos de 2 horas" comemorou Marcília Passos, professora do C2, correspondente ao segundo ano do ensino fundamental, na escola Paulo Freire, em Icoaraci. A confiança é reforçada pela diretora da escola, Adelaide Lima: "Pelo que eu pude acompanhar hoje,temos tudo para conseguir um bom índice na Prova Brasil" Mas nem todos os pequenos tiveram tanta facilidade. Stefany Costa, de 10 anos, levou 4 horas para terminar de marcar as questões " Matemática, eu achei fácil, mas a de português foi meio chata" queixou-se a estudante.
Esse foi o segundo teste simulado para os alunos municipais. O primeiro aconteceu dia 4 de maio e, antes da Prova Brasil, de novembro, vão ser realizadas mais 2 provinhas de preparação, em setembro e no início de novembro. A intenção é fazer as crianças se familiarizarem com o cartão-resposta e a sistemática da avaliação do MEC. Depois do simulado desta terça-feira, os professores vão continuar com oficinas de preparação, que são realizadas todas as terças-feiras. Nessas oficinas, os professores são orientados pelo NIED- Núcleo de Informática Educativa, para focar as aulas dentro do conteúdo do Alfamat o Programa de Educação Continuada em alfabetização, matemática, leitura e escrita.Tudo para, em novembro, durante a Prova Brasil, os alunos das escolas municipais fazerem bonito.
Texto: Syanne Neno
Fotos: Rosa Costa






Mais de 500 pessoas participaram, ontem (16), da festa junina para crianças com deficiência promovida pelo Centro de Atendimento Educacional Especializado Gabriel Lima Mendes(CAEE).
“Para refletir sobre o ensino inclusivo aplicado nas escolas e sugerir políticas educacionais renovadoras para o exercício da interatividade, com a participação de todos os professores de educação física das escolas municipais, esse é o objetivo do II Fórum, comentou a Profª Elizabethe Pessoa, que é a diretora do DEF.
No relato de experiência da professora Ana Elisa, foi abordada as dificuldades e soluções para inclusões dos portadores de síndrome de Down na rede pública de ensino.
A programação de hoje traz temas como deficiência visual e surdez. No dia 15 o evento acontece no Ginásio da Escola de Educação Física com oficinas de comunicação não verbal e a surdez, possibilidades corpóreas do deficiente intelectual e a locomoção e a deficiência física
As festas juninas, são na sua essência multiculturais, embora o formato com que hoje as conhecemos tenha tido origem nas festas dos santos populares em Portugal: Festa de Santo Antônio, Festa de São João e a Festa de São Pedro e São Paulo principalmente. 
A Secretaria Municipal de Educação de Belém promoveu dia 10/06/2011 a inauguração de mais uma biblioteca integrante do SISMUBE (Sistema Municipal de Bibliotecas de Belém) na Escola Municipal Monsenhor José Maria Azevedo, localizada no distrito do Outeiro, diretora Maria do Carmo Vieira Martins. Houve uma programação com apresentação de quadrilhas, foram recitadas literatura de cordel pelo professor Apolo, com a presença do artista plástico Tchello de Barros. As bibliotecas foram planejadas para integrar a UP (unidade pedagógica) e UEI (unidade de educação Infantil).
A iniciativa faz parte de um conjunto de ações da política púbica municipal de ensino que já revitalizou 39 bibliotecas e construiu mais 27, localizadas em áreas insulares. A coordenação do projeto é de Sílvia Cristina Fernandes.
Texto e Fotos: Zacarias de Assunção
Montagem:Rosa costa
O programa ECOAR foi criado pelo grupo de base da SEMEC (Secretaria Municipal de Educação de Belém) com o objetivo de promover a formação continuada para professores alfabetizadores, cujo desafio de ensinar está relacionado às questões do nosso tempo e que remete à implantação de teorias linguística nas Instituições de Ensino Superior que resultou na crítica acirrada ao ensino tradicional nas escolas de ensino médio e fundamental.
Apesar dos obstáculos recorrentes do nosso tempo, a SEMEC resolveu abraçar a formação continuada aos alfabetizadores como forma de suplantar as dificuldades pedagógicas e atuar na formação de professores sobre fundamentos e práticas de alfabetização.
A metodologia consiste na produção de atividades orientadas por diversos professores/pedagogos. A coordenação do grupo-base tem à frente Lorena Bischoff Trescastro.
Texto: Jornalista Zacarias de Assunção
Fotos: Rosa Costa

28 a 30 de junho de 2011








