Thiago Pereira passa à final dos 200m medley com quarto tempo e reencontra velhos rivais
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Thiago Pereira se classifica para semi dos 200m medley com 5°melhor tempo
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Cesar Cielo acabou na sexta posição na final dos 100m da natação em Londres
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Nathan Adrian é o novo campeão dos 100m livre



Depois de colocar o Brasil pela primeira vez na final individual geral masculina de ginástica artística, o brasileiro Sérgio Sasaki conquistou, nesta quarta-feira, mais um resultado expressivo para o País nos Jogos Olímpicos de Londres. Competindo na Greenwich Arena, o ginasta somou 88.965 pontos e terminou a competição na inédita 10ª colocação.
Classificado em 11º para a disputa de medalhas, o brasileiro começou no cavalo com alças e atingiu 14.366 pontos. Na sequência, foi a vez de se apresentar nas argolas e receber 14.233 dos árbitros. Ao final da segunda rotação, Sasaki estava apenas na 21º colocação, mas com os 16.100 obtidos no salto, subiu para a 9º após a soma de três aparelhos.
Faltando mais três rotações, Sasaki iniciou a outra metade da competição nas barras paralelas, aparelho em que realizou o movimento que leva o seu nome, e alcançou 15.200 pontos, permanecendo no top 10.
O próximo desafio do ginasta foi a barra fixa, onde somou 14.833 e se manteve na oitava posição. No último aparelho, o brasileiro realizou sua série de solo e fechou a participação nacional com a nota 14.233.
Essa foi a segunda vez na história que um ginasta brasileiro competiu nos seis aparelhos em uma edição dos Jogos Olímpicos. Oito anos atrás, em Atenas, Mosiah Rodrigues representou o Brasil, mas foi apenas o 33º colocado, terminando fora da final.
As competições de ginástica artística continuam na próxima quinta-feira, às 12h30 (de Brasilia), com a final individual geral feminina. Daniele Hypólito, que disputou medalhas nos Jogos de Sydney, em 2000, Atenas, em 2004, e Pequim, em 2008, teve uma queda no solo e não se classificou. Bruna Leal também disputou os quatro aparelho, mas um deslize nas barras paralelas comprometeram sua classificação. Outra brasileira que tentou final foi Ethiene Franco e, apesar de acertar as quatro provas, não teve uma soma suficiente para avançar à final.
Por GLOBOESPORTE.COMLondres
Atração dos dois primeiros jogos da seleção feminina de handebol em Londres, o shortinho 'animal' ficou fora na partida desta quarta-feira, contra a Grã-Bretanha. Mas o resultado não mudou. Diante da equipe mais fraca do Grupo A, o Brasil atuou de short azul sem estampas e confirmou seu favoritismo, ao vencer as donas da casa por 30 a 17 e conquistar sua terceira vitória na competição. O resultado classificou a equipe para as quartas de final com duas rodadas de antecedência. O próximo compromisso das meninas será na sexta-feira, às 12h15m (de Brasília), contra a Rússia.
- Cada jogo é uma confiança a mais que a gente ganha para chegar e buscar a medalha. A gente já veio para as Olimpíadas com essa consciência de que vamos buscar a medalha, mas colocando o pé no chão. Cada jogo é um passo. Ganhamos três jogos, confiança lá em cima, mas pé no chão e cabeça boa - afirmou a ponta esquerda Samira, autora de um dos gols do Brasil na partida desta quarta.
O técnico da seleção, o dinamarquês Morten Soubak, decidiu poupar algumas titulares no início da partida. Mas a goleira Chana ficou na equipe, deixando Mayssa, que revelou ser bissexual, no banco. Empurradas pela torcida, as britânicas ofereceram alguma resistência no início da partida, mas, a partir dos 20 minutos da primeira etapa, o Brasil impôs sua superioridade, abriu larga vantagem e seguiu para o intervalo com 17 a 8 no placar.
Na segunda etapa, com Mayssa em quadra, a seleção apenas administrou a vantagem, sem forçar o jogo. Apesar do resultado final de 30 a 17 para as brasileiras, a torcida britânica continuou apoiando a equipe da casa até o apito final.
Ana Paula foi o principal destaque brasileiro na partida, com sete gols, e Alexandra marcou outros cinco.
O torneio de handebol feminino em Londres conta com 12 seleções, divididas em dois grupos de seis. As quatro melhores de cada chave passam para as quartas de final. A partir dessa fase, os jogos são eliminatórios: quem perder está eliminado.
O judô brasileiro começou arrasador nas Olimpíadas. Logo no primeiro dia de disputas, no sábado, duas medalhas: obronze com Felipe Kitadai e o inédito ouro de Sarah Menezes. De uma vez só, duas metas traçadas pela Confederação Brasileira de Judô (CBJ) foram batidas. Uma era chegar à final feminina e a outra conquistar o ouro olímpico. As duas foram alcançadas por Sarah. No entanto, as conquistas pararam por aí. Nenhum brasileiro voltou ao pódio nos quatro dias seguintes de competição. E a meta principal, de voltar para casa com quatro medalhas e quebrar o recorde em uma única edição dos Jogos, parece ficar cada vez mais distante. Faltando duas categorias, com quatro brasileiros na briga, o coordenador-técnico da seleção, Ney Wilson, garante que o objetivo será alcançado.
- Não tem pressão nenhuma. Tenho absoluta convicção que vamos chegar à nossa meta. Não estou preocupado, temos munição para trabalhar com os erros. Essa meta foi feita em comum acordo com os atletas em cima de estatísticas e de números - afirmou.
Antes mesmo de as Olimpíadas começarem, a CBJ já comemorava o primeiro passo da corrida rumo a Londres: a classificação dos 14 atletas possíveis para Londres de forma direta, através do ranking da FIJ. Com dois judocas como líderes mundiais em suas categorias, Leandro Guilheiro no meio-médio e Mayra Aguiar no meio-pesado, a confiança era maior.
Eliminação de Leandro Guilheiro abalou
Mas depois das medalhas de Sarah e Kitadai, o Brasil viu Érika Miranda, Leandro Cunha,Rafaela Silva, Bruno Mendonça, Mariana Silva, Leandro Guilheiro, Maria Portela e Tiago Camilo ficarem fora do pódio. Apesar dos últimos resultados, Ney Wilson reforça que não existe pressão sobre os judocas, no entanto reconhece que alguns deles sentiram, principalmente, a derrota de Guilheiro, apontado como a maior esperança de medalha do Brasil.
- Os atletas não estão vivendo esse clima (de pressão). Estão vindo (para a Vila Olímpica) só um dia antes da luta e não estão se envolvendo, porque é perigoso. Nosso esporte é individual. Cada um luta por si. Mas é óbvio que o Leandro (Guilheiro) é uma referência dentro da equipe. Como referência, é sempre um ponto que pode mexer com aqueles que ainda não estão convictos do que estão fazendo aqui. A Maria Portela, por exemplo, vinha em ascensão muito grande, mas sentiu o peso das Olimpíadas, não tenho dúvida disso. A competição mexe muito com o emocional do atleta, e, às vezes, ele se deixa engolir pelo evento - disse Ney, que ainda contou que Mayra Aguiar chegou à Vila nesta quarta-feira e não quis ir ao Complexo Excel acompanhar as lutas de Portela e Camilo para se concentrar.
A dois dias do fim das competições de judô, o Brasil ainda tem quatro chances de alcançar a meta das quatro medalhas - superando Los Angeles 1986 e Pequim 2008, com três conquistas cada. Nesta quinta, o campeão mundial Luciano Correa e a líder do ranking dos meio-pesados Mayra Aguiar sobem no tatame. Na sexta, as últimas esperanças ficam por conta dos pesados Rafael Silva e Maria Suellen Altheman.
Com o primeiro lugar garantido, o Brasil volta a campo no mesmo estádio em Newcastle no sábado. O adversário, segundo do Grupo D, ainda está indefinido, mas hoje seria Honduras. Japão e Marrocos são as outras duas possibilidades.
O Brasil construiu o placar em Newcastle com naturalidade. O primeiro a marcar foi Danilo, aos 23min do primeiro tempo após tabela com Leandro Damião. Seis minutos depois, o camisa nove fez os seu segundo gol no torneio após jogada de um dos reservas escalados por Mano, Alex Sandro. Na segunda etapa, Sandro guardou o seu os 7min.
Para este jogo, Mano iniciou com cinco alterações em relação ao duelo contra a Bielorrússia, no último domingo. Gabriel, Alex Sandro, Danilo, Lucas e Leandro Damião deram descanso a Neto, Oscar, Rômulo, Alexandre Pato e Hulk. Ganso também jogaria, mas dores musculares impediram sua utilização.
Os reservas deram conta do recado em relação ao resultado final, mas não escaparam das cobranças de Mano. Lucas, abaixo dos demais, levou uma bronca do treinador ao tentar um drible a mais ao chegar à linha de fundo. Já Alex Sandro levou o segundo cartão amarelo ao cair na área e pedir a marcação de um pênalti. O lateral será desfalque do Brasil nas quartas de final.
Já Leandro Damião e Neymar ficaram marcados na partida por situações inversas. O atacante colorado, além do gol, aplicou a sua famosa lambreta, que ficou conhecida depois de realizada em um jogo contra a Argentina sem setembro do último ano. Já Neymar no segundo tempo perdeu um gol praticamente sem goleiro.
Com uma vitória em dois jogos, a dupla da República Checa tinha de vencer para seguir com chances na competição e começou equilibrando o confronto. Porém, Juliana e Larissa abriram rapidamente 8 a 4, obrigando as adversárias a pedir tempo. Porém, a paralisação não impediu as brasileiras de ampliarem a vantagem. Primeiro cinco pontos, depois sete e por fim fecharam o set em 21 a 12, em 17 minutos.
No segundo set, a partida se modificou. Apesar de rapidamente abrir três pontos de diferença, as brasileiras foram alcançadas na metade do set, que seguiu igual até o placar marcar 17 a 17. A partir daí, a experiência da dupla do País, número 1 do ranking mundial, se fez valer e elas fecharam o set em 21 a 18 (em 19 minutos) e o jogo em 2 sets a 0.
Agora, Juliana e Larissa esperam para saber quem serão as adversárias das oitavas de final. Talita e Maria Elisa, que formam a outra dupla brasileira no torneio e somam duas vitórias em dois jogos, fazem o último confronto da primeira fase nesta quinta-feira, às 13h30 (de Brasília), contra as australianas Becchara Palmer e Louise Balden.
O ouro no revezamento 4 x 200 m livre foi apenas a primeira vitória de Phelps em Londres, mas o público o reverenciou mesmo assim (Foto: AFP)
Do R7
O dia 31 de julho de 2012 entrou para a história olímpica como o dia em que Michael Phelps ultrapassou a ginasta russa Larissa Latynina e se tornou o maior medalhista de todos os tempos. Aos 27 anos, o nadador americano subiu no pódio na principal competição esportiva do mundo 19 vezes, tendo em sua coleção 15 ouros, duas pratas e dois bronzes.
O feito de Phelps se torna ainda mais impressionante quando se compara as conquistas dele com as obtidas por nações inteiras. Em um hipotético quadro de medalhas, por exemplo, ele ficaria à frente de diversas nações. É o caso da Jamaica, de Usain Bolt, que possui somente 13 ouros em toda a história.
Phelps se torna maior medalhista olímpico com ouro no 4×200 livre em Londres 2012
Revés contra as australianas foi o terceiro do Brasil no basquete feminino — Foto: Sergio Perez/Reuters
A seleção brasileira feminina de basquete foi derrotada pelas australianas nesta quarta-feira (1º), por 67 a 61, pela terceira rodada da fase de grupos das Olimpíadas 2012. O resultado representa a terceira derrota consecutiva das brasileiras, que já tinham perdido para Rússia e França.
Com o resultado, as brasileiras ficaram com três pontos (a derrota rende um ponto no basquete) e estão na quinta colocação do grupo B. A lanterna pertence às britânicas, que ainda pegam a Rússia no complemente do rodada. Se as britânicas vencerem, o Brasil assume a última colocação.
As brasileiras ainda terão duas partidas pela fase de grupos, contra o Canadá e Grã-Bretanha. Caso vença os dois compromissos, o Brasil chegaria aos 7 pontos e teria chances de disputar a quarta colocação do grupo.

Tiago Camilo perdeu a oportunidade de se tornar o brasileiro com o maior número de medalhas olímpicas na modalidade. Nesta quarta-feira (1º), o judoca foi derrotado por Ilias Iliadis, da Grécia, na categoria médio, até 90 kg, na disputa pelo bronze e se despediu das Olimpíadas de Londres sem medalha.
Camilo perdeu porque recebeu duas punições durante o combate. Em luta truncada, nenhum dos atletas buscavam o ataque, mas o brasileiro se defendia mais ainda. Por isso, ganhou duas punições, que renderam um yuko para o atleta grego.
Na estreia dos Jogos 2012, Camilo venceu o ucraniano Roman Gontiuk por ippon e avançou às oitavas. Nesta fase, o brasileiro ganhou do italiano Roberto Meloni, também por ippon, e passou para as quartas de final.
Sul-coreano vence e tira Camilo da briga pelo ouro
Camilo ganha 3ª, vai à semi e luta por medalha
Tiago Camilo vence ucraniano por ippon na estreia no judô
Camilo ganha por ippon de italiano e está nas quartas
Maria Portela perde por ippon e se despede de Londres
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Nas quartas, foi a vez de Dilshod Choriev, do Uzbequistão, cair diante do brasileiro, que ganhou por yuko. Quando já estava na semifinal, porém, Camilo perdeu para o sul-coreano Dae-Nam Song e ficou na disputa pelo bronze.
O judô feminino, porém, não obteve o mesmo sucesso inicial do masculino e parou na primeira luta. Maria Portel perdeu para a colombiana Yuri Alvear, da Colômbia, por ippon na categoria até 70 kg e foi eliminada das Olimpíadas 2012.
Robenilso de Jesus avançou para as quartas de final em Londres 2012 (Reuters)
Do R7
Ao contrário de Pequim 2008, o promissor Robenílson de Jesus se classificou para as quartas de final dos Jogos Olímpicos ao bater o russo Sergey Vodopiyanov pelo placar de 13 a 11, em combate válido pela categoria dos pesos-galos (56 kg).
Logo no primeiro round, o brasileiro encontrou melhor a distância e surpreendeu o rival de maior envergadura para aproveitar para encaixar melhor seus contragolpes. Placar parcial: 3 a 2.
Na segunda etapa, coube ao baiano administrar não apenas a vantagem, mas também o ímpeto do russo, que buscava reação por meio de seus potentes golpes de esquerda. Missão cumprida com êxito em nova diferença de um ponto no score do assalto: 5 a 4.
No terceiro é último round, Robenílson deixou o rival equilibrar a disputa e, praticamente, só se preocupou com a defesa para avançar nos Jogos Olímpicos. Resultado: 5 a 5 no round e 13 a 11 no total.
Classificado para as quartas de final, Robenílson terá pela frente o campeão mundial da categoria, o cubano Lazaro Estrada, em duelo de tirar o fôlego no próximo domingo (5).
