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quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Thiago Pereira passa à final dos 200m medley com quarto tempo e reencontra velhos rivais

GettyThiago Pereira se classifica para a decisão dos 200m medley com o quarto melhor tempoThiago Pereira, medalha de prata nos 400m medley no sábado, passou para a final dos 200m medley nesta...

Thiago Pereira passa à final dos 200m medley com quarto tempo e reencontra velhos rivais

Thiago Pereira se classifica para semi dos 200m medley com 5°melhor tempo

Thiago Pereira, medalha de prata nos 400m medley no sábado, passou para a final dos 200m medley nesta quarta-feira com o quarto melhor tempo dentro dos oito finalistas da prova marcada para esta quinta, às 16h19,com transmissão da ESPN Brasil. O brasileiro bateu em 1min57s45 e admitiu ter chegado em boas condições, até se poupando no final.

A melhor marca foi do norte-americano Ryan Lochte, que levou o ouro nos 400m medley e chega na decisão de quinta com 1min56s13. O húngaro Laszlo Cseh tem o segundo melhor tempo (1min56s74), enquanto Michael Phelps tem o terceiro (1min57s11).

E os quatro primeiros colocados das semifinais irão reeditar as finais dos 200m medley em Atenas-2004 e Pequim-2008. Há oito anos, Michael Phelps venceu, Lochte foi prata, Cseh ficou em quarto e Pereira em quinto; na China, novo título do maior medalhista da história, seguido por Cseh (2º), Lochte (3º) e Pereira (4º).

Na final, Pereira terá ainda a companhia de mais dois rivais da final dos 400m. O japonês Kosuke Hagino, bronze no sábado, e o sul-africano Chad le Clos, algoz de Phelps na final dos 200m borboleta.

O brasileiro Henrique Rodrigues, outro representante do país na final, terminou as semifinais com o 12º melhor tempo.

Semifinais 200m costas - O brasileiro Leonardo de Deus terminou a primeira bateria semifinal dos 200m costas apenas na sétima posição, com 1min58s14, e acabou fora das finais da natação em Londres (foi o 13º no geral).

O norte-americano Ryan Lochte foi quem venceu a bateria com 1min55s40. O melhor tempo, porém, foi do norte-americano Tyler Clary, que fechou em 1min54s71 para ganhar a segunda série. "Não gostei do resultado. Senti um pouco o final, não foi o que eu esperava, mas aprendi um pouquinho. Foi uma boa experiência, estou feliz", disse o nadador brasileiro.

Cielo começa bem, lidera, mas termina final dos 100m em sexto; ouro fica com os EUA

GettyCesar Cielo acabou na sexta posição na final dos 100m da natação em LondresCesar Cielo começou bem, arrancando e batendo em primeiro na metade da prova final dos 100m livre...

Cielo começa bem, lidera, mas termina final dos 100m em sexto; ouro fica com os EUA

Cesar Cielo acabou na sexta posição na final dos 100m da natação em Londres

Cesar Cielo começou bem, arrancando e batendo em primeiro na metade da prova final dos 100m livre. Mas o brasileiro acabou perdendo força nos 50m finais, terminou na sexta posição e viu o norte-americano Nathan Adrian levar a medalha de ouro com 22s64.

O tempo de Cielo foi 47.92, marca bem próxima do que o brasileiro esperava fazer. A prata ficou com o favorito James Magnussen, da Austrália, que marcou 47s53, enquanto o bronze foi para o canadense Brent Hayden, com 47s80.

Nathan Adrian é o novo campeão dos 100m livre

Nathan Adrian é o novo campeão dos 100m livre



O tempoNas eliminatórias, Cielo chegou a se assustar com o tempo de 48s17, ficando até preocupado em não se classificar. Mas na semifinal ele se mostrou mais do que satisfeito, aliviado até. Disse ter feito uma das melhores provas e que se deu ao luxo de poupar energia no chegada dos 100m.

E após se garantir na final com a quinta melhor marca, ele cravou os tempos que esperava para a final: sonhando com 47s70, aprovando um 47s83 e imaginando que quatro nadadores chegariam na casa dos 47s. No fim, ele conseguiu nadar próximo do que pretendia, mas outros cinco rivais conseguiram ir abaixo dos 48s: além dos medalhistas, o francês Yannick Agnel (47s84) e o holandês Sebastiaan Verschuren (47s88).

Mesmo sem vencer, Cielo se mantém como dono do recorde mundial da prova. Ninguém foi capaz de bater os 46s91 feitos pelo brasileiro em Roma, 2009, apesar de ter sido conquistado ainda antes da proibição dos maiôs que fizeram baixar todas as marcas do mundo.

Em 2008, Cielo se classificou no oitavo lugar e arrancou para ser medalha de bronze nos 100m. Depois, conquistou o ouro nos 50m, prova que é a grande especialidade do brasileiro.

E para defender o título ele volta à piscina na manhã desta quinta-feira. As eliminatórias dos 50m começam às 6h de Brasília, e Cielo está na oitava bateria junto com o compatriota Bruno Fratus. Os 16 melhores avançam à semifinal que acontece no mesmo dia, com a finalíssima marcada para sexta.

Os canais ESPN passam a Olimpíada de Londres ao vivo, com 72 horas diárias de transmissões esportivas, análises e muita informação. Uma equipe de mais de 60 profissionais, dos canais de TV, ESPN.com.br e Rádio Estadão ESPN, traz todos os dias os detalhes direto da Inglaterra. Para a cobertura dos Jogos, uma novidade: a ESPN Brasil HD, canal que trará toda a programação olímpica da ESPN Brasil em alta definição. O canal está disponível para as seguintes operadoras: NET Serviços, Claro TV, Cabo Natal (RN) e RTV (GO). Com isso, a ESPN tem quatro canais para cobertura dos Jogos Olímpicos: os tradicionais ESPN e ESPN Brasil e dois em alta definição, ESPN+ e ESPN Brasil HD. Veja todos os horários dos jogos em http://espn.estadao.com.br/programacao.

21º CONGRESO FIEP EN PARAGUAY.

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CURSO EDUCACIÓN FÍSICA INFANTIL

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Sasaki faz história e termina em 10º no individual geral de ginástica
01 de agosto de 2012 • 14h53 • atualizado às 15h31

Sérgio Sasaki melhorou sua colocação das classificatórias, quando ficou em 11º. Foto: Marcelo Pereira/Terra

Sérgio Sasaki melhorou sua colocação das classificatórias, quando ficou em 11º
Foto: Marcelo Pereira/Terra

Depois de colocar o Brasil pela primeira vez na final individual geral masculina de ginástica artística, o brasileiro Sérgio Sasaki conquistou, nesta quarta-feira, mais um resultado expressivo para o País nos Jogos Olímpicos de Londres. Competindo na Greenwich Arena, o ginasta somou 88.965 pontos e terminou a competição na inédita 10ª colocação.

A medalha de ouro ficou com atual campeão mundial e vice-campeão olímpico em Pequim 2008, o japonês Kohei Uchimura, que, mesmo caindo no seu último aparelho - o solo - , somou 92.690 pontos e deixou o alemão Nguyen em segundo, com 91.031, e o americano Danell Leyva, em terceiro, com 90.698.

Classificado em 11º para a disputa de medalhas, o brasileiro começou no cavalo com alças e atingiu 14.366 pontos. Na sequência, foi a vez de se apresentar nas argolas e receber 14.233 dos árbitros. Ao final da segunda rotação, Sasaki estava apenas na 21º colocação, mas com os 16.100 obtidos no salto, subiu para a 9º após a soma de três aparelhos.

Faltando mais três rotações, Sasaki iniciou a outra metade da competição nas barras paralelas, aparelho em que realizou o movimento que leva o seu nome, e alcançou 15.200 pontos, permanecendo no top 10.

O próximo desafio do ginasta foi a barra fixa, onde somou 14.833 e se manteve na oitava posição. No último aparelho, o brasileiro realizou sua série de solo e fechou a participação nacional com a nota 14.233.

Essa foi a segunda vez na história que um ginasta brasileiro competiu nos seis aparelhos em uma edição dos Jogos Olímpicos. Oito anos atrás, em Atenas, Mosiah Rodrigues representou o Brasil, mas foi apenas o 33º colocado, terminando fora da final.

As competições de ginástica artística continuam na próxima quinta-feira, às 12h30 (de Brasilia), com a final individual geral feminina. Daniele Hypólito, que disputou medalhas nos Jogos de Sydney, em 2000, Atenas, em 2004, e Pequim, em 2008, teve uma queda no solo e não se classificou. Bruna Leal também disputou os quatro aparelho, mas um deslize nas barras paralelas comprometeram sua classificação. Outra brasileira que tentou final foi Ethiene Franco e, apesar de acertar as quatro provas, não teve uma soma suficiente para avançar à final.

Olimpíada ao vivo no Terra

Com short 'careta', seleção de handebol vence outra e se classifica.

De uniforme sem estampa, Brasil derrota Grã-Bretanha por 30 a 17 e garante a vaga nas quartas de final com duas rodadas de antecedência

Por GLOBOESPORTE.COMLondres

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Atração dos dois primeiros jogos da seleção feminina de handebol em Londres, o shortinho 'animal' ficou fora na partida desta quarta-feira, contra a Grã-Bretanha. Mas o resultado não mudou. Diante da equipe mais fraca do Grupo A, o Brasil atuou de short azul sem estampas e confirmou seu favoritismo, ao vencer as donas da casa por 30 a 17 e conquistar sua terceira vitória na competição. O resultado classificou a equipe para as quartas de final com duas rodadas de antecedência. O próximo compromisso das meninas será na sexta-feira, às 12h15m (de Brasília), contra a Rússia.

handebol Ana Paula Rodrigues brasil Grã-Bretanha (Foto: Agência Getty Images)De short azul, Ana Paula arremessa durante a partida contra as britânicas (Foto: Agência Getty Images)

- Cada jogo é uma confiança a mais que a gente ganha para chegar e buscar a medalha. A gente já veio para as Olimpíadas com essa consciência de que vamos buscar a medalha, mas colocando o pé no chão. Cada jogo é um passo. Ganhamos três jogos, confiança lá em cima, mas pé no chão e cabeça boa - afirmou a ponta esquerda Samira, autora de um dos gols do Brasil na partida desta quarta.

O técnico da seleção, o dinamarquês Morten Soubak, decidiu poupar algumas titulares no início da partida. Mas a goleira Chana ficou na equipe, deixando Mayssa, que revelou ser bissexual, no banco. Empurradas pela torcida, as britânicas ofereceram alguma resistência no início da partida, mas, a partir dos 20 minutos da primeira etapa, o Brasil impôs sua superioridade, abriu larga vantagem e seguiu para o intervalo com 17 a 8 no placar.

Na segunda etapa, com Mayssa em quadra, a seleção apenas administrou a vantagem, sem forçar o jogo. Apesar do resultado final de 30 a 17 para as brasileiras, a torcida britânica continuou apoiando a equipe da casa até o apito final.

Ana Paula foi o principal destaque brasileiro na partida, com sete gols, e Alexandra marcou outros cinco.

O torneio de handebol feminino em Londres conta com 12 seleções, divididas em dois grupos de seis. As quatro melhores de cada chave passam para as quartas de final. A partir dessa fase, os jogos são eliminatórios: quem perder está eliminado.

Ney Wilson garante: Brasil alcançará a meta de quatro medalhas no judô.

CBJ já cumpriu três objetivos traçados: classificar os 14 atletas, chegar a uma final feminina e conquistar um ouro. Falta apenas superar o recorde de pódios

Por Gabriele Lomba
Direto de Londres

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Sarah Menezes e Felipe Kitadai com as medalhas de Londres (Foto: Lydia Gismondi / Globoesporte.com)
Kitadai e Sarah mostram medalhas de bronze e ouro
no ligeiro (Foto: Lydia Gismondi / Globoesporte.com)

O judô brasileiro começou arrasador nas Olimpíadas. Logo no primeiro dia de disputas, no sábado, duas medalhas: obronze com Felipe Kitadai e o inédito ouro de Sarah Menezes. De uma vez só, duas metas traçadas pela Confederação Brasileira de Judô (CBJ) foram batidas. Uma era chegar à final feminina e a outra conquistar o ouro olímpico. As duas foram alcançadas por Sarah. No entanto, as conquistas pararam por aí. Nenhum brasileiro voltou ao pódio nos quatro dias seguintes de competição. E a meta principal, de voltar para casa com quatro medalhas e quebrar o recorde em uma única edição dos Jogos, parece ficar cada vez mais distante. Faltando duas categorias, com quatro brasileiros na briga, o coordenador-técnico da seleção, Ney Wilson, garante que o objetivo será alcançado.

- Não tem pressão nenhuma. Tenho absoluta convicção que vamos chegar à nossa meta. Não estou preocupado, temos munição para trabalhar com os erros. Essa meta foi feita em comum acordo com os atletas em cima de estatísticas e de números - afirmou.

Antes mesmo de as Olimpíadas começarem, a CBJ já comemorava o primeiro passo da corrida rumo a Londres: a classificação dos 14 atletas possíveis para Londres de forma direta, através do ranking da FIJ. Com dois judocas como líderes mundiais em suas categorias, Leandro Guilheiro no meio-médio e Mayra Aguiar no meio-pesado, a confiança era maior.

Leandro Guilheiro, Tiago Camilo, Rafaela Silva e Maria Portela montagem judô londres 2012 olimpiadas (Foto: Editoria de Arte/Globoesporte.com)Rafaela Silva, Tiago Camilo, Maria Portela e L. Guilheiro: todos fora do pódio (Foto:Editoria de Arte/Ge.com)

Eliminação de Leandro Guilheiro abalou

Mas depois das medalhas de Sarah e Kitadai, o Brasil viu Érika Miranda, Leandro Cunha,Rafaela Silva, Bruno Mendonça, Mariana Silva, Leandro Guilheiro, Maria Portela e Tiago Camilo ficarem fora do pódio. Apesar dos últimos resultados, Ney Wilson reforça que não existe pressão sobre os judocas, no entanto reconhece que alguns deles sentiram, principalmente, a derrota de Guilheiro, apontado como a maior esperança de medalha do Brasil.

- Os atletas não estão vivendo esse clima (de pressão). Estão vindo (para a Vila Olímpica) só um dia antes da luta e não estão se envolvendo, porque é perigoso. Nosso esporte é individual. Cada um luta por si. Mas é óbvio que o Leandro (Guilheiro) é uma referência dentro da equipe. Como referência, é sempre um ponto que pode mexer com aqueles que ainda não estão convictos do que estão fazendo aqui. A Maria Portela, por exemplo, vinha em ascensão muito grande, mas sentiu o peso das Olimpíadas, não tenho dúvida disso. A competição mexe muito com o emocional do atleta, e, às vezes, ele se deixa engolir pelo evento - disse Ney, que ainda contou que Mayra Aguiar chegou à Vila nesta quarta-feira e não quis ir ao Complexo Excel acompanhar as lutas de Portela e Camilo para se concentrar.

A dois dias do fim das competições de judô, o Brasil ainda tem quatro chances de alcançar a meta das quatro medalhas - superando Los Angeles 1986 e Pequim 2008, com três conquistas cada. Nesta quinta, o campeão mundial Luciano Correa e a líder do ranking dos meio-pesados Mayra Aguiar sobem no tatame. Na sexta, as últimas esperanças ficam por conta dos pesados Rafael Silva e Maria Suellen Altheman.

mayra aguiar  equipe judô londres 2012 (Foto: Cahê Mota/Globoesporte.com)Número 1 do mundo, Mayra Aguiar é favorita ao ouro no meio-pesado (Foto: Cahê Mota/Globoesporte.com)

Reservas vão bem, Brasil vence frágil Nova Zelândia e se garante em 1º.
Reservas como Danilo se destacaram na partida desta quarta-feira em Newcastle. Foto: Ricardo Matsukawa/Terra

Reservas como Danilo se destacaram na partida desta quarta-feira em Newcastle
Foto: Ricardo Matsukawa/Terra

Preocupada em poupar seus titulares para as quartas de final e garantir a primeira colocação do Grupo C, a Seleção Brasileira cumpriu seus objetivos. Em um jogo em que teve domínio contra um adversário frágil, o Brasil derrotou a Nova Zelândia por 3 a 0, nesta quarta-feira, no St. James Park, e iniciará a fase de mata-mata dos Jogos Olímpicos de Londres embalada por uma primeira fase com 100% de aproveitamento

Com o primeiro lugar garantido, o Brasil volta a campo no mesmo estádio em Newcastle no sábado. O adversário, segundo do Grupo D, ainda está indefinido, mas hoje seria Honduras. Japão e Marrocos são as outras duas possibilidades.

O Brasil construiu o placar em Newcastle com naturalidade. O primeiro a marcar foi Danilo, aos 23min do primeiro tempo após tabela com Leandro Damião. Seis minutos depois, o camisa nove fez os seu segundo gol no torneio após jogada de um dos reservas escalados por Mano, Alex Sandro. Na segunda etapa, Sandro guardou o seu os 7min.

Para este jogo, Mano iniciou com cinco alterações em relação ao duelo contra a Bielorrússia, no último domingo. Gabriel, Alex Sandro, Danilo, Lucas e Leandro Damião deram descanso a Neto, Oscar, Rômulo, Alexandre Pato e Hulk. Ganso também jogaria, mas dores musculares impediram sua utilização.

Os reservas deram conta do recado em relação ao resultado final, mas não escaparam das cobranças de Mano. Lucas, abaixo dos demais, levou uma bronca do treinador ao tentar um drible a mais ao chegar à linha de fundo. Já Alex Sandro levou o segundo cartão amarelo ao cair na área e pedir a marcação de um pênalti. O lateral será desfalque do Brasil nas quartas de final.

Já Leandro Damião e Neymar ficaram marcados na partida por situações inversas. O atacante colorado, além do gol, aplicou a sua famosa lambreta, que ficou conhecida depois de realizada em um jogo contra a Argentina sem setembro do último ano. Já Neymar no segundo tempo perdeu um gol praticamente sem goleiro.

Olimpíada ao vivo no Terra

Juliana e Larissa vencem terceira e seguem 100%

    1. A dupla brasileira está classificada para as oitavas de final dos Jogos Olímpicos. Foto: AP

A dupla brasileira está classificada para as oitavas de final dos Jogos Olímpicos
Foto: AP
Com mais uma vitória, Juliana e Larissa encerraram a participação na primeira fase do torneio de vôlei de praia nos Jogos Olímpicos de Londres. Dessa vez, a dupla venceu as checas Hana Klapalova e Lenka Hajeckova por 2 sets a 0, parciais de 21/12 e 21/18 . O resultado levou as brasileiras a liderança do grupo A, com três vitórias em três jogos.

Com uma vitória em dois jogos, a dupla da República Checa tinha de vencer para seguir com chances na competição e começou equilibrando o confronto. Porém, Juliana e Larissa abriram rapidamente 8 a 4, obrigando as adversárias a pedir tempo. Porém, a paralisação não impediu as brasileiras de ampliarem a vantagem. Primeiro cinco pontos, depois sete e por fim fecharam o set em 21 a 12, em 17 minutos.

No segundo set, a partida se modificou. Apesar de rapidamente abrir três pontos de diferença, as brasileiras foram alcançadas na metade do set, que seguiu igual até o placar marcar 17 a 17. A partir daí, a experiência da dupla do País, número 1 do ranking mundial, se fez valer e elas fecharam o set em 21 a 18 (em 19 minutos) e o jogo em 2 sets a 0.

Agora, Juliana e Larissa esperam para saber quem serão as adversárias das oitavas de final. Talita e Maria Elisa, que formam a outra dupla brasileira no torneio e somam duas vitórias em dois jogos, fazem o último confronto da primeira fase nesta quinta-feira, às 13h30 (de Brasília), contra as australianas Becchara Palmer e Louise Balden.

Olimpíada ao vivo no Terra

Sozinho, Phelps possui 75% do número de ouros que o Brasil tem na história.

Americano tem chance de mais três títulos antes de se aposentar

O ouro no revezamento 4 x 200 m livre foi apenas a primeira vitória de Phelps em Londres, mas o público o reverenciou mesmo assim (Foto: AFP)

Do R7

O dia 31 de julho de 2012 entrou para a história olímpica como o dia em que Michael Phelps ultrapassou a ginasta russa Larissa Latynina e se tornou o maior medalhista de todos os tempos. Aos 27 anos, o nadador americano subiu no pódio na principal competição esportiva do mundo 19 vezes, tendo em sua coleção 15 ouros, duas pratas e dois bronzes.

O feito de Phelps se torna ainda mais impressionante quando se compara as conquistas dele com as obtidas por nações inteiras. Em um hipotético quadro de medalhas, por exemplo, ele ficaria à frente de diversas nações. É o caso da Jamaica, de Usain Bolt, que possui somente 13 ouros em toda a história.

Phelps se torna maior medalhista olímpico com ouro no 4×200 livre em Londres 2012

Brasil cai para Austrália e precisa vencer para ir às quartas do basquete feminino.

Meninas encaram Grã-Bretanha e Canadá nos últimos dois jogos da chave B e ainda têm chance de se classificar

Revés contra as australianas foi o terceiro do Brasil no basquete feminino — Foto: Sergio Perez/Reuters

Do R7

A seleção brasileira feminina de basquete foi derrotada pelas australianas nesta quarta-feira (1º), por 67 a 61, pela terceira rodada da fase de grupos das Olimpíadas 2012. O resultado representa a terceira derrota consecutiva das brasileiras, que já tinham perdido para Rússia e França.

Com o resultado, as brasileiras ficaram com três pontos (a derrota rende um ponto no basquete) e estão na quinta colocação do grupo B. A lanterna pertence às britânicas, que ainda pegam a Rússia no complemente do rodada. Se as britânicas vencerem, o Brasil assume a última colocação.

As brasileiras ainda terão duas partidas pela fase de grupos, contra o Canadá e Grã-Bretanha. Caso vença os dois compromissos, o Brasil chegaria aos 7 pontos e teria chances de disputar a quarta colocação do grupo.

Camilo cai para grego, volta sem medalha e perde chance de recorde no judô nos Jogos

Se vencesse, brasileiro chegaria a três pódios olímpicos. Ele já tem uma prata em Sydney 2000 e um bronze em Pequim 2008

Do R7

Tiago Camilo perdeu a oportunidade de se tornar o brasileiro com o maior número de medalhas olímpicas na modalidade. Nesta quarta-feira (1º), o judoca foi derrotado por Ilias Iliadis, da Grécia, na categoria médio, até 90 kg, na disputa pelo bronze e se despediu das Olimpíadas de Londres sem medalha.

Camilo perdeu porque recebeu duas punições durante o combate. Em luta truncada, nenhum dos atletas buscavam o ataque, mas o brasileiro se defendia mais ainda. Por isso, ganhou duas punições, que renderam um yuko para o atleta grego.

Na estreia dos Jogos 2012, Camilo venceu o ucraniano Roman Gontiuk por ippon e avançou às oitavas. Nesta fase, o brasileiro ganhou do italiano Roberto Meloni, também por ippon, e passou para as quartas de final.

Sul-coreano vence e tira Camilo da briga pelo ouro

Camilo ganha 3ª, vai à semi e luta por medalha

Tiago Camilo vence ucraniano por ippon na estreia no judô

Camilo ganha por ippon de italiano e está nas quartas

Maria Portela perde por ippon e se despede de Londres

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Nas quartas, foi a vez de Dilshod Choriev, do Uzbequistão, cair diante do brasileiro, que ganhou por yuko. Quando já estava na semifinal, porém, Camilo perdeu para o sul-coreano Dae-Nam Song e ficou na disputa pelo bronze.

O judô feminino, porém, não obteve o mesmo sucesso inicial do masculino e parou na primeira luta. Maria Portel perdeu para a colombiana Yuri Alvear, da Colômbia, por ippon na categoria até 70 kg e foi eliminada das Olimpíadas 2012.

Esperança do boxe brasileiro, Robenílson bate russo e avança nas Olimpíadas

Pugilista baiano surpreendeu ao neutralizar o jogo de distância do experiente oponente

Robenilso de Jesus avançou para as quartas de final em Londres 2012 (Reuters)

Do R7

Ao contrário de Pequim 2008, o promissor Robenílson de Jesus se classificou para as quartas de final dos Jogos Olímpicos ao bater o russo Sergey Vodopiyanov pelo placar de 13 a 11, em combate válido pela categoria dos pesos-galos (56 kg).

Logo no primeiro round, o brasileiro encontrou melhor a distância e surpreendeu o rival de maior envergadura para aproveitar para encaixar melhor seus contragolpes. Placar parcial: 3 a 2.

Na segunda etapa, coube ao baiano administrar não apenas a vantagem, mas também o ímpeto do russo, que buscava reação por meio de seus potentes golpes de esquerda. Missão cumprida com êxito em nova diferença de um ponto no score do assalto: 5 a 4.

No terceiro é último round, Robenílson deixou o rival equilibrar a disputa e, praticamente, só se preocupou com a defesa para avançar nos Jogos Olímpicos. Resultado: 5 a 5 no round e 13 a 11 no total.

Classificado para as quartas de final, Robenílson terá pela frente o campeão mundial da categoria, o cubano Lazaro Estrada, em duelo de tirar o fôlego no próximo domingo (5).

Mexicanas en el Pódio.

Las clavadistas mexicanas, Alejandra Orozco y Paola Espinosa, con la medalla de plata conseguida en plataforma de 10 metros, esta tarde en el complejo acuático de los Juegos Olímpicos de Londres 2012.